quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

VIDA FINANCEIRA DO CASAL.


VIDA FINANCEIRA DO CASAL.
Finanças
A adaptação financeira se torna a mais difícil e confusa atualmente, pelo fato de muitas esposas trabalharem. Se a esposa trabalhava antes do casamento e tinha a sua própria conta bancária, é natural que deseje continuar fazendo o mesmo depois de casada. Se ela vai continuar trabalhando para ajudar o esposo para terminar os estudos, poderá assumir o papel de provedora do lar e menosprezar a seu esposo, ao invés de reconhecer que o seu esforço é um investimento para o futuro — um investimento que pagará dividendos pela vida a fora.
Quem Deve Dirigir as Finanças?
A resposta a essa pergunta é da mais profunda significação. Deus declara, de modo explícito, em Sua Palavra, que o homem deve ser o cabeça da casa. Esse princípio traz felicidade; a violação do mesmo produz infelicidade. Nunca encontrei um marido feliz se é dominado pela mulher, e nem uma mulher feliz que domine ao marido. Deus nunca teria pedido à mulher que se sujeitasse ao marido se não fosse para o bem dela. A mulher não terá felicidade duradoura a não ser que esteja sujeita ao marido. E por que isso é importante em relação às finanças? Simplesmente por causa da verdade de um adágio antigo: "A mão que segura a bolsa domina a família". Verifica-se que o tesoureiro de qualquer organização com freqüência tem elevada consciência de poder. Isso é verdade de modo particular na família. O fato de a esposa ser excelente guarda-livros e o marido um péssimo matemático, nada tem a ver com o caso. O marido deve gerir as finanças do lar, particularmente nos primeiros sete a dez anos. Isso não quer dizer que a esposa não deva ter seu campo de responsabilidade. O casal pode planejar um orçamento que proveja certa importância para a mulher, destinada à alimentação, despesas da casa, suas diversas necessidades, e outros itens sobre os quais o casal concorde um com o outro. O marido, por sua vez, deve pagar as contas, cuidar da conta bancária e ser responsável pela estrutura financeira em geral. Não devem ter contas bancárias separadas; se a mulher trabalha, deve depositar o ordenado na conta familiar. Compras maiores, como de mobília, utilidades domésticas, automóvel, etc, devem ser resolvidas de comum acordo. Sempre que um dos cônjuges se opuser a um invéstimento financeiro qualquer, seria muito melhor esperar até que possam chegar a um acordo, para que não sejam feridos os sentimentos do outro cônjuge quanto à questão.
Quando a Esposa Trabalha Fora
Está se tornando cada vez mais comum as esposas trabalharem. Muitos casais jovens julgam que há razões ponderáveis para isso, como, por exemplo, ajudar no começo da vida de casados, guardar o suficiente para a entrada no pagamento de uma casa, ou para ajudar o marido a terminar seus estudos. Essa combinação deve prosseguir somente enquanto não chegam os filhos. Entretanto, quando a mulher trabalha, há perigos que devem ser considerados. O mais importante é que se a mulher trabalha e guarda o seu dinheiro em separado, isso desenvolve um sentimento de independência e suficiência própria que Deus não desejou para a mulher. Esse sentimento dificulta sua adaptação ao marido nos primeiros anos de casamento. Estou convencido de que uma das razões porque jovens casais se divorciam com tanta facilidade hoje em dia é que a mulher não depende economicamente do marido. Quando surgem dificuldades ou pressões, ela pode dizer — como me disse uma jovem senhora: "Não preciso me submeter a essa sorte de coisas. Posso me sustentar!" Sempre recomendo que tenham uma conta bancária conjunta, e que a esposa retire do seu ordenado somente o que precisa para as suas necessidades e para as despesas da casa. O casamento é uma aventura a dois, em que duas pessoas vivem como uma só. Não se trata de duas corporações distintas, operando debaixo de um mesmo teto. O segundo perigo de a mulher trabalhar é o de ser protelado em demasia o nascimento de filhos. Se vocês forem esperar até que estejam financeiramente aptos a ter filhos, esse dia provavelmente nunca chegará. Eles são uma fonte de tão grande enriquecimento e bênção para o lar que o jovem par deve planejar tê-los o mais breve possível, e fazer planos definidos quanto à melhor ocasião; de outra forma, estarão se privando da bênção dos filhos, e, além do mais, estarão desobedecendo ao mandamento de Deus: "Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra. . ." (Gênesis 1:28).
Dívidas
Um dos mais sérios problemas de muitos casamentos é que o casal já se casa com dividas ou adquire-as poucas semanas após o casamento. Tal situação produz tensões e receios que são um dano desnecessário a uma adaptação adequada. Evitem compras impensadas; limitem-se só às coisas absolutamente essenciais. Já foi sugerido que os pagamentos mensais nunca devem exceder 10% da renda do casal, além do pagamento do automóvel e da casa. A atitude da esposa é de suma importância nos primeiros anos do casamento; inconscientemente, ela pode levar seu esposo a gastar mais do que pode, no esforço para agradá-la. Ela deve evitar comparações entre o lar de seus progenitores e as condições em que dá início à sua vida conjugal. Lembre-se ela de que seus pais tiveram vinte anos ou mais para acumular o que possuem, e que, no tempo devido, ela poderá ter o mesmo que eles. A paciência da esposa e a alegre aceitação da capacidade financeira do esposo são investimentos que contribuirão para que um casamento seja duradouro e esperançoso.
Plano Financeiro
Um programa, financeiro para o casal crente foi sugerido por Charles W. Shedd, em "Cartas a Karen" (sua filha), publicada na Seleções do Reader's Digest de janeiro de 1966, e na qual ele estabelece a seguinte regra: "Dê 10%, poupe 10% e gaste o restante com louvor e ações de graças!" Como casal crente que são, comecem por obter as bênçãos divinas sobre as finanças da família, de acordo com Malaquias 3:3-11, dando a Deus o dízimo de sua renda. Vocês poderão, literalmente, fazer mais, com as bênçãos de Deus, no dispêndio de 90%, do que com 100%, sem as bênçãos divinas. Jamais conheci um casal que não fosse abençoado por dar os dízimos. ". . .provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós bênção sem medida" (Malaquias 3:10) Poupando os outros dez por cento, vocês poderão comprar à vista algumas das coisas de que necessitam, sem terem de pagar bem mais caro a crédito, e sem a pressão das prestações. Se vocês não começarem a vida juntos com esses dois hábitos, encontrarão dificuldade em fazê-lo mais tarde. Porém, isso não é impossível. Dêem a Deus os dízimos, e confiem em que Ele os guiará em seus problemas financeiros. Ele nunca falha.

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