quarta-feira, 14 de março de 2012

AS LÍNGUAGENS DO AMOR-P/23



AS LÍNGUAGENS DO AMOR-P/23
Podem até sentir os respingos que caíram em seus rostos. Essas são memórias de amor, especialmente para aquelas pessoas cuja primeira linguagem for “Qualidade de Tempo”. E, como achar tempo para tais atividades, especialmente se ambos trabalham fora? Achamos a ocasião da mesma forma que a encontramos para almoçar e jantar. Por quê? Porque são tão essenciais para nosso casamento como as refeições o são para nossa saúde. Isso é difícil? E preciso planejamento? Sim! Implica em que tenhamos de abrir mão de algumas atividades particulares? Talvez! Significa que faremos algumas coisas que, particularmente, não apreciamos? Certamente! Será que compensa? Sem sombra de dúvida! O que posso aprender com isso? O prazer de viver com um cônjuge que é amado e sabe disso, pois compreende que o (a) esposo (a) aprendeu a falar sua primeira linguagem de forma fluente.
A Terceira Linguagem do Amor: Receber Presentes
Estudei antropologia Devido às detalhadas etnografias, visitei pessoas fascinantes por todo o mundo. Estive na América Central onde pesquisei as avançadas culturas dos maias e dos astecas. Cruzei o Pacífico e analisei as tribos da Melanésia e Polinésia. Estudei os esquimós das vegetações das tundras, ao norte; e os aborígines ainos do Japão. Examinei os padrões de cultura relativos ao amor e casamento, e descobri que em cada cultura, o ato de dar presentes faz parte deste processo. Os antropologistas, em geral, são apaixonados pelos padrões culturais que distinguem as culturas e eu também o sou. Será que o ato de presentear é uma expressão fundamental de amor que transcende barreiras culturais? Será que a atitude de amor está sempre acompanhada do ato de conceder? Essas perguntas são acadêmicas e de certa forma até filosóficas, mas a resposta a elas é sim. Podemos inclusive notar uma profunda implicação prática nos casais norte-americanos. Fiz uma viagem antropológica de campo à ilha de Dominica. Nosso propósito era estudar a cultura dos índios do Caribe. Foi nessa viagem que conheci Fred. Ele não era do Caribe, mas um jovem negro de 28 anos. Perdera uma de suas mãos com uma dinamite, em uma temporada de pesca. Devido ao acidente teve de abandonar sua carreira de pescador. Ele possuía muito tempo disponível e eu apreciei o fato de poder contar com sua companhia. Passamos muitas horas juntos e conversamos sobre sua cultura. Em minha primeira visita à sua casa, ele me perguntou: Pastor, o senhor aceitaria um suco? Ao que aceitei prontamente. Ele, então, virou-se para seu irmão mais novo e disse: Pegue um suco para o Pastor. Seu irmão deu-nos as costas, saiu de casa, subiu em um coqueiro e trouxe um lindo coco verde em suas mãos. Fred recomendou-lhe que o abrisse. Com três rápidos movimentos de faca seu irmão furou-o, e fez uma abertura triangular na parte de cima. Fred entregou-me o coco e disse: Aqui está seu suco. O líquido era esverdeado mas eu o bebi assim mesmo, todinho! Eu o tomei porque sabia que aquele fora um ato de amor. Eu era seu amigo e eu sabia que ali só se oferece suco aos companheiros. Ao final de algumas semanas, quando já se aproximava minha hora de partida daquela pequena ilha, Fred deu-me uma última prova de seu amor. Era uma enorme concha em espiral, que ele mesmo havia tirado do oceano. Tinha uma camada que, de tanto ser friccionada pelas rochas, lembrava, ao toque, uma seda macia. Ele me disse que aquele objeto encontrava-se naquelas praias há muitos anos e gostaria que eu o levasse como recordação daquela bela ilha. Ainda hoje, quando olho para aquela concha, quase posso ouvir o som das ondas do Caribe. Porém, ela é mais do que uma recordação das praias de Dominica; é uma demonstração de amor.
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